quinta-feira, 10 de novembro de 2011

A Retirada da Fralda

Gisleine de Mello Almada Rubbo


Guias e Estilo


A Retirada da Fralda

Gisleine de Mello Almada Rubbo

É comum depararmos com mães preocupadas com o "tirar as fraldas" de seu (sua) filho (a). As dúvidas mais freqüentes são: - Como devo proceder? Qual a idade mais adequada? Posso forçar ou não? Meu (a) filho (a) quer tirar as fraldas, o que devo fazer? Diante de tais questionamento, sentimos necessidade de esclarecer alguns pontos fundamentais que permeiam esse processo. Primeiramente não podemos nos esquecer que toda mudança na criança tem que ser realizada, respeitando sua individualidade e seu próprio rítmico. Pôr isso é preciso deixar claro que "é necessário que haja um certo nível de maturação para que o treinamento produza resultado". Para que possa controlar sua eliminação, a criança tem que aprender muitas coisas:

Tem que saber "o que" se espera dela.

Que há uma ocasião e um lugar apropriado para se eliminar.

Tem que familiarizar-se com as sensações que indicam a necessidade de eliminar.

Tem que aprender a contrair seus esfíncteres, a fim de inibir a eliminação e descontraí-la para permitir que ela se efetue.

Esse controle se efetuará melhor se também os pais estiverem preparados, não só pela disponibilidade de realização de tarefas de levar a criança ao banheiro; trocá-la, quando molhada; mas principalmente sua disponibilidade interna. Essa mudança não afeta só a criança, mas também os pais que terão que concretizar a passagem, ou seja, o crescimento daquela criança que até então era um "bebê". Muitas vezes isso é difícil! Mas todos (pais / filhos) devem estar prontos para essa passagem, pois com certeza é um fator que irá contribuir em muito, para que a criança retire ou não com facilidade a fralda. É interessante que neste ou em qualquer momento, onde as mudanças são inevitáveis e necessárias, os pais revejam o que isso está acarretando neles próprios, para que possíveis conflitos internos não interfiram neste processo. Ao longo de minha experiência clínica me deparei com diversas questões sobre este tema, as quais mencionarei abaixo:

Pôr que algumas crianças retiram mais cedo, outras mais tarde?

R: Justamente devido à maturação individual.

Quando a criança está pronta?

R: As crianças dão indícios de sua prontidão. Exemplo: acordam secas, passam uma parte do dia seca e quando verbalizam colocam que fizeram "xixi". Essa criança está apontando aos pais que está pronta para o treinamento.

Como fazer este treinamento?

R: Uma vez a criança pronta; inicia-se com o "xixi" diurno. Retira-se a fralda, oferecendo o banheiro algumas vezes e não recue.

Após o início do controle, ainda leva 5/6 meses para que se efetue.

A criança que está neste processo, logo apresenta a fralda noturna seca, então está pronta para também deixá-la.

E o controle das fezes?

R: Geralmente se faz posterior. Para a criança é um momento muito importante, pois as fezes representam seu produto, por isso muitas delas se recusam a evacuar, pensando que suas "coisas" vão embora. Muitas crianças tem facilidade e levam na brincadeira, outras necessitam de maior elaboração.

Deve-se forçar a criança que recusa a tirar a fralda?

R: Nestes casos é bom avaliar o que está acontecendo com a criança, em casa e / ou o que ela está querendo expressar com esta atitude. Muitas vezes a dificuldade está nos pais que inconscientemente não querem que seus filhos tornem-se independentes. Quando os pais estiverem conscientes disso, poderão conversar com a criança, mostrando que "crescer é bom" e que está na hora de retirar a fralda. Talvez a criança esperneie, faça birra, mas os pais devem mostrar à ela que conseguirão suportar tais comportamentos com tranquilidade e segurança.

Nota: O fundamental é ter paciência e perseverança, já que são muitos os comandos que a criança tem que aprender para o controle dos esfíncteres.

Caso encontre alguma dificuldade ou dúvida não deixe de consultar um especialista (pediatra/psicólogo).



Gisleine de Mello Almada Rubbo
Psicóloga - Campinas - SP

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Minhas gestantes tão Especiais... cuidem-se.

Home / Dieta da gestante

A vitamina essencial para as grávidas

Veja por que o ácido fólico, adicionado à farinha, é um nutriente essencial para as gestantes e a saúde do bebê

 
macarrão, biscoitos e farinhaFabio CasteloPrepare-se para lançar um novo olhar sobre o que até agora parecia ser um simples pacote de farinha de trigo e de milho. Afinal, ele pode garantir que o seu bebê nasça perfeito e saudável. Exagero? Que nada! No Brasil, desde 2002, é obrigatório o enriquecimento da farinha com ácido fólico, vitamina cuja ação foi comprovada na redução da incidência de doenças cardíacas, lábio leporino e leucemia e também no fechamento do tubo neural, a estrutura que dá origem ao sistema nervoso central e à medula espinhal. “Nos Estados Unidos, o acréscimo de ácido fólico aos alimentos consumidos em grande escala pela população levou à queda de 19% na taxa dos defeitos no fechamento do tubo neural, que acomete três a cada 2 mil recém-nascidos”, conta a pediatra Maria Cristina Senna Duarte, chefe da CTI Pediátrica do Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro.

A descoberta mais recente sobre esse nutriente, uma vitamina do complexo B também conhecida por folato, é que ele diminui um mal que acomete cerca de 10% das gestantes: o parto prematuro. ”Esse é o maior responsável pela mortalidade infantil, além das altas taxas de problemas respiratórios, baixo peso, infecções e retardo mental”, acrescenta o ginecologista e obstetra Luciano Gibran, do Hospital São Camilo, em São Paulo. Segundo um estudo da Universidade do Texas, que acompanhou 35 mil mulheres que tomaram uma suplementação da vitamina por um ano antes de engravidar, houve a queda de 70% nos partos prematuros entre a 20ª e a 28ª semana de gestação e de 50% entre a 28ª e a 32ª semana. O estudo ainda precisa ser ampliado, mas acredita-se que o ácido fólico atue na regulação de genes que agem nas causas do parto prematuro.

Quanto consumir

Os médicos são unânimes em afirmar que toda mulher em idade fértil deve se preocupar com o consumo do ácido fólico, já que nem sempre é possível programar a gravidez e a formação do tubo neural do bebê ocorre por volta de 28 dias após a concepção. O ideal mesmo é que a ingestão da vitamina seja aumentada pelo menos três meses antes da gestação, subindo de 0,1 para 0,4 mg por dia. Como esse nutriente é necessário para o crescimento das células, à medida que o feto cresce, ele retira o folato do sangue da mãe. “Vale lembrar que os estoques no organismo são esgotados entre duas e quatro semanas quando não se tem uma alimentação equilibrada”, alerta a pediatra Maria Cristina. Além disso, a interação do ácido fólico com a vitamina B12 é indispensável para a proliferação dos glóbulos vermelhos do sangue.

Para beneficiar o bebê e ainda evitar que a futura mãe tenha anemia, constipação, problemas no trato urinário e até enjoos e vômitos nos seis primeiros meses de gestação, além da suplementação, é importante ingerir pratos preparados com farinha de trigo e milho e dar prioridade aos alimentos ricos em folato. ”Entre as melhores fontes, estão as folhas verdes, como espinafre, salsinha e brócolis, além do gérmen de trigo, fígado de boi, beterraba, amendoim, suco de laranja e brócolis”, lista a nutricionista paranaense Marilize Tamanini. Ela lembra que a fervura prolongada dos alimentos destrói a vitamina.

Para ter uma ideia, “cada 100 g de farinha recebe atualmente 150 microgramas de folato, ou seja, 38% da ingestão recomendada para quem está pensando em engravidar”, diz a gerente de pesquisa e desenvolvimento Silvia Lombardi, da J. Macedo, fabricante da farinha de trigo Dona Benta. Só para lembrar: esse acréscimo não altera em nada o cheiro, o sabor e a textura da farinha.

terça-feira, 23 de agosto de 2011


TAMBÉM FAZ BEM DURANTE A GRAVIDEZ!!


A massagem pré-natal ou durante a gravidez
Este tipo de massagens em grávidas é uma terapia corporal, dirigida às necessidades especiais do corpo da futura mãe, que lhe ajudará a sentir-se melhor, reduzindo o cansaço e o stress. 
Além disso, permitirá activar a circulação sanguínea e aliviará a tensão e a dor de costas devido às mudanças que se produzem durante a gravidez e ao aumento de peso.
A gravidez é uma época em que o corpo sofre muitas mudanças. Algumas destas transformações são stressantes e incómodas para a grávida. A massagem pode ajudar a reduzir algumas destas incomodidades da gravidez.
É recomendável consultar o médico antes de começar a fazer qualquer tipo de massagem nesse período, pela delicadeza da situação pois não é recomendável para todo o tipo de gravidez.
A posição mais adequada para este tipo de massagem é a lateral, utilizando umas almofadas que são especialmente eficazes para dar comodidade. Depois das 22 semanas de gestação, dormir de barriga para cima pode provocar pressão nos vasos sanguíneos profundos pelo peso do bebé, e pode reduzir a circulação tanto da mãe como do bebé.
Não é recomendável nenhum tipo de massagens durante o primeiro trimestre devido às grandes transformações físicas e hormonais que sofrem as grávidas nesse trimestre. O segundo e o terceiro trimestre são as melhores épocas para começar a massagem pré-natal.
Massagens para grávidas
A duração ideal para as massagens pré-natais seria de uma vez por semana durante o segundo trimestre e duas vezes semanais ou mais durante o terceiro trimestre. Brevemente notarão os múltiplos benefícios que possui esta massagem.
Benefícios das massagens durante a gravidez
* Alivia as dores nas costas.
* Ajuda a combater e a eliminar a depressão ou ansiedade que algumas vezes acompanha a gravidez.
* Reduz as varizes e combate a formação de estrias.
* Regula os movimentos intestinais.
* Ajuda a eliminar o cansaço pois proporciona um grande aumento de energia.
* Ajuda a aliviar dores musculares e cólicas, tensão muscular, rigidez e outras dores.
* Ajuda a uma menor retenção de líquidos.

domingo, 7 de agosto de 2011

Esses e outros assuntos em www.projetomeninamae.com.br e acompanhe também no face.

ãe
Olha que interessante.
Vamos prestigiar.
O Projeto Menina-mãe organiza a NOITE DA PIZZA para angariar fundos e manter-se ...Ver mais
guiadobebe.uol.com.br
Tire todas as dúvidas sobre a amamentação e conheça os benefícios que o aleitamento materno traz para a mamãe e o bebê.

Agradeço ao site www.bebe.abril.com.br


Obesidade na gravidez
O aumento excessivo de peso durante a gestação pode causar problemas à saúde da mãe e do bebê
Por Angela Senra







A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que, desde 1974, o sobrepeso nas meninas aumentou 23,4% e entre os meninos, 23,9%. Segundo a endocrinologista Cláudia Cozer, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a ABESO, campanhas de orientação para esse público atrai maior atenção dos adultos preocupados com a saúde dos filhos. “Como as crianças ainda não têm autonomia para se alimentar e as grávidas se dedicam aos seus bebês ainda em formação, acreditamos que podemos ter um resultado mais satisfatório, modificando hábitos no início da vida”, conclui.

Limite na balança
A recomendação dos especialistas é que as gestantes engordem, no máximo, até 12 quilos durante a gravidez. “O ideal é ganhar um quilo mensalmente, em média, embora as mulheres altas possam exceder um pouco esse limite”, diz a ginecologista Mara Carvalho Diegoli, do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Ela explica que, no primeiro trimestre, muitas gestantes até emagrecem devido aos enjoos. “Do quarto ao sexto mês, o ganho de peso também é pequeno. Ele acelera mesmo no final da gravidez, quando a tendência do organismo é reter mais líquido, provocando inchaço”.

Mãe cheinha, bebê pesado
“Quando a mãe esbanja quilos extras na gravidez, a probabilidade de a criança também se tornar obesa é de 50% a 60%”, diz a endocrinologista Cláudia Cozer. Se ambos os pais forem obesos, o risco sobe para 70% a 80%.
Além dos problemas com a própria saúde, as mulheres que brigam com a balança durante a gestação podem gerar bebês mais pesados, com macrossomia fetal—condição em que o recém-nascido apresenta mais de 4 quilos-- e com possibilidades de desenvolver hipoglicemia ao nascer. “É importante que as mães se lembrem de que tudo que consomem vai para o bebê”, afirma a ginecologista e obstetra Lilian Takeda, da Maternidade Pro Matre Paulista, em São Paulo.

Riscos associados
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera obesas as pessoas que apresentam Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. Trata-se de valor obtido a partir da seguinte fórmula: peso/altura². A gestante que ultrapassar essa marca corre mais riscos, não só durante a gravidez como na hora do parto. Além de sofrer com dores mais intensas, nas costas e nas pernas, a grávida pode desenvolver diabetes gestacional, aumentando a propensão de adquirir, definitivamente, a doença após o nascimento do bebê. A ameaça de pré-eclâmpsia, aumento grave da pressão arterial nesse período, que pode acarretar sérias complicações, é outra razão para ficar atenta à silhueta. Sem falar nas taxas de colesterol, triglicérides e glicose. Quem sai perdendo, muitas vezes, é o bebê, que fica mais sujeito à malformações, aborto e ruptura antecipada da bolsa, que induz parto prematuro.
Como se não bastasse, a gordura excessiva ainda pode dificultar a cicatrização, em caso de cesárea.

Olho no prato
A gravidez altera os processos metabólicos da futura mamãe. “Se a mulher não estiver preparada emocionalmente, terá mais dificuldades para controlar o impulso de comer, por exemplo”, avisa Lilian. “Por outro lado, não raro essas transformações ajudam a modificar positivamente os hábitos alimentares, porque ela passa a pensar na saúde do bebê”, acrescenta.
Para evitar o excesso de peso na gestação, é preciso controlar a ingestão de calorias. “Essa história de comer por dois não existe. A grávida deve consumir alimentos saudáveis e nutritivos, de forma moderada. E nunca ficar em jejum ou passar fome, pois o feto pode sofrer com a escassez”, diz Lilian.
A não ser que a mulher seja diabética, o ideal é evitar os adoçantes, porque algumas pesquisas mostram que eles são capazes de provocar alterações fetais. Na dúvida, prefira o açúcar em pequenas quantidades, nos primeiros três meses de gestação. “Troque o docinho por uma fruta, mas sem exagerar, pois elas contêm frutose”, diz Lilian.
Cláudia ensina, ainda: “Fracione as refeições, procurando comer de três em três horas. Diminua o sal (que promove inchaço), abuse das verduras e legumes, ricos em fibras, vitaminas e sais minerais.” Prefira as carnes magras e os sucos naturais, ao invés dos refrigerantes (ricos em sódio). “Modere nas comidas pesadas e gordurosas, especialmente à noite. Durante a gravidez, a digestão é mais lenta e uma pizza no jantar pode causar muito desconforto para a mulher”, explica Mara Diegoli.
E além do controle calórico, é importante fazer uma atividade física. “Se você não tem o hábito de se movimentar, faça caminhadas e hidroginástica, exercícios com baixo impacto”, sugere Lilian.

Pós-parto
No momento do parto, além do peso do feto, a mulher perde cerca de um quilo de água e placenta. Os quilos restantes que engordou permanecem e é aí que os hábitos saudáveis devem entrar em cena, para auxiliar na recuperação da antiga forma. Uma das maneiras de enxugar medidas é amamentar. “O aleitamento ajuda a desinchar nos dois primeiros meses mas, se a mulher exagerar nas quantidades de comida, pode engordar novamente”, completa Mara.

sábado, 25 de junho de 2011

Gestar,Parir e Nascer.: BLOGANDO COM A DOULA SENEYA MIGUES.: FALANDO SOBRE...

Gestar,Parir e Nascer.: BLOGANDO COM A DOULA SENEYA MIGUES.: FALANDO SOBRE...: "BLOGANDO COM A DOULA SENEYA MIGUES.: FALANDO SOBRE ABORTO : 'ABORTO I - ABORTAMENTO Define-se abortamento como sendo a perda gestacional..."

FALANDO SOBRE ABORTO



ABORTO

I - ABORTAMENTO

Define-se abortamento como sendo a perda gestacional que ocorre até 20/22 semanas (ou peso fetal de 500g). Abortamento espontâneo ocorre em cerca de 10 a 15% de todas as gestações sendo, muitas vezes, ocorrência de primeira gravidez. Isto geralmente propicia alto grau de insegurança, tanto para a gestante como para os familiares. Mas se seguido de gravidez normal, não requer, em princípio, maiores cuidados. A ocorrência de dois abortamentos, repetidamente, é bem menor: cerca de 1%; três ou mais abortamentos sucessivos determinam o "abortamento habitual". Neste caso, o risco de novos abortamentos para o casal aumenta, embora a incidência exata não seja determinada.


Causas de abortamento:

1. Anomalias dos cromossomos presentes nas células humanas (50 a 60% dos abortos espontâneos até as 12 semanas:
normais = 46XY (sexo masc.) ou 46XX (sexo fem.), isto é, 23 pares de cromossomos que perfazem o gene humano, sendo que o par de cromossomos sexuais pode ser XX (sexo fem.) ou XY (masculino).
alterados = - trissomias - um determinado par de cromossomos na realidade éum "trio". A mais comum é a trissomia do cromossomo 21. Quando não ocorre abortamento, a gravidez evolui, sendo a criança portadora da "síndrome de Down" (ou "mongolismo")
triploidias - triplicação de todo o conjunto cromossômico (69XXX, 69XXY, etc.)
45XO
tetraploidias
translocações e mosaicos, onde ocorre "cruzamento" entre partes cromossomiais.

2. Anomalias do "ovo":

Mal formações congênitas - diferem das cromossomopatias. Aquelas são muito precoces, além de apresentarem anomalias no interior das células; estas apresentam anomalias na estrutura do embrião: anencefalia, ausência de membros, hérnias diafragmáticas, imperfurações do tubo digestivo ou urinário, alterações cardíacas, alterações que causam surdez, cegueira, etc. (a lista de possíveis mal formações é tão extensa que não caberia nesta página) Duas são as causas: as puramente genéticas e as decorrentes de alterações externas como radiações, doenças infecciosas, tumorações que deformam a cavidade uterina.
Anomalias da placenta.
Anomalias do cordão umbilical.
Anomalias das membranas

3. Doenças ginecológicas:

Alterações do endométrio (camada do interior do útero que recebe o ovo para implantação) decorrentes, por exemplo, de alterações hormonais maternas que podem causar tanto esterilidade como abortamento.
Malformações uterinas - útero septado, útero bicorno, etc.
MIOMAS UTERINOS - podem determinar abortamento desde que ocupem muito o "espaço" do embrião em virtude da deformidade uterina. Cerca de 40% dos miomas ocasionam abortamento (embora apenas uma pequena parte dos abortamentos tenha como causa o mioma uterino). Os outros 60% "convivem" com a gravidez, podendo causar diversos tipos de complicações ou eventualmente até cursar com gravidez "normal".

4. Incompetência istmocervical:


É nome complicado que designa dilatação anormal do colo uterino; ocorre perda do ovo por impossibilidade de retenção.


5. Doenças maternas graves. Para citar somente algumas:

desnutrição grave
anemias graves
grandes obesidades
diabete melito muito descompensado
hipertensão arterial grave
cardiopatias descompensadas
infecções. É importante lembrar que a rubéola e a toxoplasmose causam complicações somente uma gravidez. As gravidezes seguintes não são afetadas por estas infecções.

6. Idade materna:

Causa indireta. Acima dos 35 anos é maior o risco de anomalias cromossômicas, particularmente a trissomia do cromossomo 21.


7. Outras causas:


Condições geralmente evocadas por algumas pacientes, como carregar peso, emoções e sustos, coito, etc. não são causa de abortamento (veja, por exemplo, jogadoras profissionais de basquete, vôlei, nadadoras, etc.). Nem mesmo traumatismos ou intervenções cirúrgicas são assim considerados.

Quando a causa é evidente (como doença materna grave) ou mais ou menos evidente (como a incompetência istmocervical), fica fácil fazer o diagnóstico. A presença de mioma uterino faz suspeitar que esta tenha sido realmente a causa, embora isto não seja totalmente conclusivo, principalmente pela ausência de cólicas e pela evolução para aborto retido (sem eliminação do embrião).

Em relação ao embrião, o diagnóstico não deve ter sido exatamente o exame do DNA. Se o material estudado foi o colhido do aborto, o resultado do estudo genético pode ser duvidoso (a não ser que seja francamente positivo). Além disso, o material resultante de aborto não permite o diagnóstico de mal formações.

Portanto, começa a ficar claro que o diagnóstico da causa é muito difícil. Mesmo com pré-natal muito bem feito, o abortamento acaba surpreendendo tanto a mãe quanto o obstetra. Outro conceito importante é o de que, uma vez desencadeado, o abortamento segue curso próprio: a gravidez pode evoluir normalmente (ficando o diagnóstico de "ameaça de aborto") ou pode ocorrer a perda embrionária (abortamento incompleto ou aborto retido), independentemente dos medicamentos administrados (o dactil, como antiespasmódico, é utilizado para aliviar a dor; a progesterona tem várias funções, agindo diretamente sobre o útero).

Um diagnóstico importante é o que procura pela síndrome de Down, através de estudo citogenético realizado durante a gravidez: biópsia de vilocorial (isto é, da placenta em início de formação), amniocentese (colheita de líquido amniótico por punção abdominal) e cordocentese (punção do cordão umbilical), que identifica os cromossomos embrionários, seu número e sua forma. É indicado em mulheres (ou cujos maridos) portadoras, elas mesmas, de anomalias cromossômicas ou que já tiveram criança com síndrome de Down. Indica-se também em mulheres cuja idade é considerada de alto risco para o aparecimento desta síndrome: acima dos 35 anos (ou 40 anos, segundo alguns autores).

Para a população de grávidas que não se enquadram nos critérios acima existe teste bioquímico triplo ou "Triteste", que é realizado por alguns laboratórios e consiste na dosagem sangüínea materna de três substâncias: alfafetoproteína, estriol e gonadotrofina coriônica. Este teste é realizado entre 15 e 20 semanas de gestação e serve como rastreamento inicial. Ainda não é rotina na maioria dos pré-natais, talvez pelo custo relativamente elevado.

II - MIOMA UTERINO

Os miomas uterinos tendem a aumentar durante a gravidez, pois são estimulados pelos níveis elevados de hormônios deste período. Após a gravidez, tendem a regredir, embora possam jamais desaparecer por completo.

Não existe tratamento clínico, embora tentativas sejam feitas com determinados tipos de hormônio. O único tratamento é o cirúrgico, com retirada somente do mioma, quando possível, ou de todo o útero, quando necessário. Somente necessitam de cirurgia as mulheres com sintomas acentuados: hemorragias intensas e cólicas intratáveis. As demais podem conviver muitíssimo bem com seus miomas, até que sobrevenha a menopausa, quando os
miomas tendem a "murchar".

A ocorrência de mioma juntamente com a gravidez é comum (veja acima). Não se pode estabelecer com exatidão o risco. Não parece provável que mioma de 6, 7 ou até 10 cm, mesmo que intramural, possa determinar aborto retido. O mais provável é que a gravidez acabe evoluindo naturalmente, mesmo que apareçam cólicas.

O melhor intervalo entre duas gestações é de dois anos; após abortamento, desde que a mãe esteja em boas condições nutricionais, período mínimo de seis meses é indicado.


Dr. Irineu Wajntraub - Ginecologista e Obstetra - São Paulo - SP

Ciência e Saúde

O pré-natal é a assistência que se dá à mulher a partir do momento em que ela engravida, no qual o médico procura diagnosticar e tratar doenças preexistentes, da realização de um diagnóstico precoce de qualquer alteração tanto da mãe quanto do feto para que dentro das possibilidades existentes hoje elas possam ser corrigidas.

O pré-natal é muito importante para que se tenha uma assistência também psicológica e emocional para a mulher, pois este é um período onde a mulher vive uma fase mais sensível, mais emotiva, onde surgem muitas dúvidas e medos. E é fundamental que possamos também orientá-las e ajudá-las a se situar de uma maneira equilibrada e tranqüila, simplesmente voltada às sensações boas e novas que ela começa a apresentar. Através de um acompanhamento é possível assegurar maior equilíbrio à gestante.

Regularidade

No pré-natal tem-se inicialmente consulta mensal e depois que a paciente chega à gravidez a termo, passamos a ter consultas com intervalos menores, dependendo de cada caso. Durante essas consultas mensais é claro que qualquer coisa que aconteça de diferente este intervalo pode mudar, comenta.

No início do pré-natal são feitos alguns exames básicos na tentativa de diagnosticar algumas patologias que possam afetar a mãe e o feto durante a gestação. Os exames de uma maneira geral são: grupo sangüíneo, hemograma, glicemia, pesquisa de toxoplasmose, rubéola, sífilis, fezes, urina justamente visando detectar alguma alteração que possa ser tratada .

Hoje existem recursos em termos de exames mais modernos que podem ser feitos para diagnosticar algumas patologias cromossômicas, como por exemplo, biópsia vilo corial para detecção principalmente da Síndrome de Down. Hoje já existem métodos menos invasivos como a translucência nucal através do ultra-som, se fazendo o rastreamento das mulheres que iriam realizar exames mais invasivos.

Importância

No pré-natal é importante haver uma seleção das chamadas gestações de alto risco, onde estas pacientes teriam que ter uma assistência maior. Dessa forma, a grávida iria se submeter a exames mais específicos e com isso também fazer que as condições de alto risco sejam minimizadas com a intenção de que a mãe e o feto cheguem a um final de gravidez normal e satisfatório.

Os especialistas reforçam a importância do pré-natal lembrando que a mulher de hoje, considerando sua ascensão sócio-político e econômica tornou-se mais exigente em termos de acompanhamento, cobrando um maior suporte e atenção a nível médico.

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Postado por:

Fanny Menezes
Terapeuta de Regressão de Memória
www.regressaodememorias.com.br


SAÚDE
Hormonios na gravidez
Hormônios da gravidez
Entenda de que maneira eles oscilam durante a gestação e saiba lidar com as profundas mudanças que acarretam no seu corpo
Por Giuliano Agmont

























As variações hormonais no corpo da mulher, durante a gravidez, provocam profundas alterações, tanto físicas como emocionais. Lidar com elas é um dos principais desafios de qualquer casal que esteja esperando um bebê. Mas isso não é necessariamente um bicho de sete cabeças, como muitos acreditam. Basta entender um pouco melhor o que se passa com a gestante e perceber que essas moléculas estão mais para aliadas do que para vilãs. Sem deixar de considerar que o nível de alguns hormônios, como o do estrogênio, pode aumentar 30 vezes e isso tem reflexos no dia a dia da mulher. Veja algumas dicas para enfrentar essa verdadeira enxurrada de hormônios.

Fim do ciclo menstrual e início da gravidez
Os dois hormônios que dominam no ciclo menstrual são o estrogênio e a progesterona. Ambos têm a função de preparar o corpo feminino para uma possível fertilização. Em geral, antes da ovulação, há a predominância de estrogênio e, após a ovulação, a taxa de estrogênio cai e cede espaço para a progesterona. Após a queda do nível de progesterona, a mulher menstruará e renovará o ciclo. Se a taxa desse hormônio não diminuir, significa que a mulher engravidou. Em um ciclo regular, a ovulação ocorre entre o 12º e o 16º dia, contados a partir do primeiro dia de menstruação.

Hormônio beta-HCG, para saber se está grávida 
Hormônio produzido pelo ovário logo após a concepção, tem o nome científico de gonadotrofina coriônica. A detecção de sua presença no organismo é o indício em que se baseia grande parte dos testes de gravidez. Associado à progesterona, o beta-HCG tem um papel importante na manutenção da gravidez durante o primeiro trimestre.

Hormônio progesterona, a responsável pelos enjoos 
No primeiro trimestre da gestação, a placenta ainda está em formação e o que mantém o metabolismo da gravidez é a progesterona, produzida pelo ovário em altas doses. Após esses três meses, a placenta assume o controle. A taxa de progesterona varia de mulher para mulher e de gravidez para gravidez. De acordo com os médicos, quando esse nível é baixo, as chances de aborto na fase inicial da gravidez e de parto prematuro aumentam. A progesterona também é a responsável pelos famosos enjoos da gravidez. Como se não bastasse, ela provoca sono, salivação e alteração de humor. Algumas mulheres até emagrecem nessa fase por causa dos vômitos. Também é comum que ocorram inchaços no corpo, mesmo no início da gravidez. Porém é bom lembrar que muitas mulheres retêm líquidos mesmo antes de engravidar. Durante o ciclo, na fase pré-menstrual, a prática de atividade física ameniza a retenção hídrica, além de aliviar os sintomas da TPM (tensão pré-menstrual). No início da gravidez, no entanto, mesmo exercícios físicos leves costumam ser desaconselhados devido ao risco de abortamento. A partir do terceiro mês, em compensação, a prática de hidroginástica, natação, esteira, bicicleta ergométrica, ioga e pilates é muito indicada. Para evitar o inchaço demasiado, é importante que a gestante fique atenta à alimentação, pois o ganho excessivo de peso pode facilitar a retenção hídrica. A dica é seguir uma dieta rica em proteínas, pouco carboidrato e muitas frutas e verduras.

Hormônio estrogênio e os surtos de calor e rinite 
O estrogênio tem uma atuação importante no sistema circulatório. Ele favorece a dilatação dos vasos e prepara o corpo da mulher para o aumento do volume de sangue em veias e artérias. Após a formação da placenta, no final do primeiro trimestre, o nível do estrogênio atinge índices até 30 vezes superiores às taxas anteriores à gravidez. Toda essa dilatação vascular contribui para a gestante apresentar sintomas de rinite, maior tendência a ter calor e até dores de cabeça. Outra função do estrogênio é a dilatação e o crescimento das glândulas mamárias para a futura amamentação. Pode ocorrer também uma relação direta no aumento da libido da mulher. Não raro, ela tem desejos sexuais durante a gravidez e o homem não corresponde por receio de machucar a esposa e seu bebê. Na adolescência feminina, o estrogênio é o hormônio de maior importância. É ele quem define as características dos órgãos sexuais femininos (pilificação, mamas, vagina) e também tem uma atuação importante na feminilidade, no brilho do cabelo, na textura da pele e até no timbre da voz.

Prolactina: hormônio do leite a caminho 
Produzido pela placenta, é um hormônio que, associado a outro, chamado lactogênio placentário, tem a responsabilidade de deixar as glândulas mamárias aptas para a futura produção de leite. A ação desses hormônios começa a aumentar a partir do segundo trimestre de gravidez. Ao final da gestação, a atividade, tanto da prolactina quanto do lactogênio, é tão intensa que a gestante só não produz leite antes do parto porque a alta taxa de estrogênio no organismo corta essa possibilidade. É importante considerar que a prolactina interfere na disposição sexual da mulher ao reduzir a libido e ressecar a vagina. Mas esse efeito é mais intenso depois do parto, durante a amamentação.

As alterações metabólicas 
Com a ação dos hormônios durante a gravidez, também há tendências de elevação nos índices de glicose e de triglicérides em razão das necessidades nutricionais do bebê. É preciso fazer o monitoramento da glicemia para diagnosticar precocemente uma eventual ocorrência de diabetes gestacional, que colocará em risco a saúde da mulher e do bebê. A principal prevenção para evitar o diabetes gestacional é não obter um aumento excessivo de peso no período. A pressão arterial também fica alterada durante a gravidez e as referências do que é ou não normal mudam. Por isso o médico faz sempre um acompanhamento.

As oscilações de humor
As alternâncias de humor, pela descarga de hormônios, são muito comuns na gravidez, sobretudo no primeiro trimestre – a partir do quarto mês, a gestante já começa a sentir seu bebê mexer e fica mais segura em relação ao bem-estar dele. O impacto das alterações emocionais pode ser minimizado com um pré-natal bem feito e, eventualmente, com medicações fitoterápicas, conforme a orientação do médico. Algumas gestantes podem precisar de apoio profissional para lidar melhor com suas emoções. Tratar os sintomas das mudanças hormonais ajuda a aliviar o mau humor. Usar sutiãs mais justos previne dores nas mamas. Medicamentos antieméticos, sob a orientação médica, minimizam crises de vômito. Para dores no corpo, as massagens são uma ótima pedida. Para inchaço, drenagem linfática. E assim por diante.
A partir do segundo trimestre, as dores nas costas aumentam a irritação da gestante. A origem do problema é uma mudança no eixo de equilíbrio causada pelo rápido crescimento do útero. A altura e o peso da gestante também interferem na intensidade da dor, assim como a quantidade de bebês no útero. Quanto maior o ganho de peso e mais sedentária for a gestante, pior será o desconforto, daí a necessidade de um controle da dieta e de prática de exercícios físico, de preferência os de baixo impacto.
Nos últimos meses de gravidez, a variação de humor tende a ser a mais intensa diante das inúmeras limitações para fazer coisas básicas, como andar, dormir, tomar banho, se vestir, ir ao trabalho. Nessa fase, ao se olhar no espelho e se sentir obesa e cheia de estrias, a mulher tende a ter problemas de autoestima, o que pode provocar crises emocionais piores.
O principal remédio para combater os efeitos colaterais dos hormônios na gravidez é planejar a chegada de um filho. A compreensão e a participação do marido e da família também são de extrema importância nessa fase, fazendo com que a mulher se sinta mais segura e amparada para enfrentar o desafio de ser mãe. Tudo começa com escolha de um médico obstetra de confiança, que acompanhe a gravidez durante os nove meses, sem traumas e com boas lembranças. Alguns especialistas defendem, inclusive, que a gestação ideal é aquela que começa meses antes da fecundação.
Fontes: Luiz Fernando Leite, obstetra do Hospital e Maternidade Santa Joana; e Simão Augusto Lottenberg, endocrinologista do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo 

sábado, 30 de abril de 2011

Mãe é expulsa por amamentar em público
por Manuela Macagnan   29 | 04 | 11       

A notícia de que uma mulher foi expulsa de um pub, em Londres, por estar amamentando, provocou reação em pessoas do mundo todo. Lauren Beaman, de 25 anos, foi proibida de permanecer no pub londrino King William IV, no bairro de Hampstead, por amamentar a sua filha. De acordo com a dona do estabelecimento, alguns clientes se queixaram de que a mãe estava mostrando o peito, enquanto outros expressaram seu temor de que a moça fosse trocar as fraldas da criança ali mesmo.
Débora Araújo, Baby Planner da Personal Bebê, empresa que presta consultoria e assessoria para gestantes, explica que “a questão de amamentação em público causa uma grande discussão, mesmo sendo um ato natural. Muitas mães, por vergonha, deixam de amamentar seus filhos em livre demanda e pelo tempo necessário. E, às vezes, até desistem de sair de casa, por conta disso. Hoje em dia, existem capas próprias para resguardar os seios, que preservam as mães tímidas dos olhares curiosos, evitando constrangimentos. Alguns slings (acessórios de pano que prendem o bebê ao corpo do adulto) também fazem muito bem esse papel, conferindo privacidade à mãe. Alguns lugares públicos, como shopping centers, lojas de departamentos, lojas de bebês e supermercados disponibilizam salas especiais, onde as mães podem ficar mais confortáveis e à vontade para amamentar seus filhos. Portanto, a dica é: para aquelas que se sentem constrangidas em amamentar em público, procure um lugar tranquilo mais reservado ou coloque um fraldinha por cima do seio para obter certa privacidade. Usar roupas adequadas à amamentação também traz conforto. O ideal é sempre tratar a amamentação de uma forma natural, como um ato de amor”...As vantagens de amamentar por livre demanda
Mais um motivo para você, mamãe, insistir em dar o seio. Você não precisa se preocupar em definir horários para a amamentação. Deixe que seu bebê decida e mame quando e quanto quiser. Entenda por quê.
Por Maria Luiza Lara





A mais recente cartilha de pediatria publicada pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) arrematou antigas recomendações sobre cuidados com os bebês. Entre as indicações revisadas, e talvez a mais libertadora para as mães, está a que trata dos horários da amamentação. “A mãe é aconselhada a dar o peito sempre que seu filho solicitar”, explica Valdenise Tuma Calil, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP. Ou seja, não é preciso se angustiar com os choros famintos até que se estabeleça uma rotina alimentar. “Ele deve mamar quando e quanto quiser. Dessa forma, vai aprender a lidar também com a saciedade, o que reduz o risco de obesidade no futuro”, a pediatra avaliza.

Os pontos positivos

A nova orientação da SBP se baseia nas vantagens que a liberdade de horário na alimentação do recém-nascido traz. “Geralmente a criança que mama quando quer perde menos peso depois do nascimento e estimula mais a lactação da mãe”, explica Valdenise. Dessa forma, a descida do leite e a produção láctea são melhores e mais adequadas. A mamada livre também previne a dor e o endurecimento da mama pelo leite congestionado, além de colaborar para conter a ansiedade do bebê, que prejudica todo o processo. “Quando a criança vai ao peito com muita fome e vontade, é comum que ela machuque o seio da mãe”, completa Valdenise.

A recomendação de alimentar o bebê em intervalos regulares de três horas é mais adequada aos casos em que a criança está sendo alimentada com fórmulas infantis – como leite de vaca modificado. “Devido à composição e à difícil digestibilidade desses leites, o esvaziamento gástrico e a sensação de fome podem demorar mais”, explica Marcus Renato de Carvalho, diretor da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação e coordenador do sitewww.aleitamento.com. “Na amamentação, é diferente: o leite materno é fácil de digerir, logo o bebê sente fome antes”, justifica o médico. “Recomendamos que os pais se esforcem para reconhecer os sinais de fome e aprendam a diferenciá-los de outros tipos de choro”, alerta Marcus. Foi o que fez a professora Adriana Luz, mãe da pequena Isadora. “Depois que passei a identificar o intervalo entre as mamadas, Isadora não teve mais crise de choro e eu não fico perdida, sem saber o que ela tem”, conta ela.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o leite materno deve ser oferecido até os 6 meses como o titular da alimentação. Depois, ele deve ser mantido, mas começa também a introdução de papinhas e outras alternativas, até que a criança complete 2 anos. No Brasil, os números indicam que essa recomendação está longe de ser seguida. “Em média, as mulheres conseguem amamentar apenas até os 2 meses”, relata Valdenise.

É preciso persistir 

Diferentemente do que se idealiza, muitas vezes as mulheres se deparam com alguns desafios que podem desestimular a amamentação. Não raro, o bico dos seios racham e doem no começo, além do cansaço físico e emocional da mãe e a cobrança da sociedade e da família. Mas há motivos de sobra para insistir na prática. Para começar, os benefícios para a saúde do bebê, já que o leite materno carrega nutrientes e garante os anticorpos essenciais de que ele precisa. E a proximidade e o aconchego no momento da mamada reforçam o vínculo entre mãe e bebê. Sem contar, por que não?, o empurrãozinho que a amamentação proporciona na recuperação da forma da mulher depois do parto. Uma vez superados os obstáculos iniciais, tudo fica mais simples e gostoso. 

Campanha PREMATURO IMUNIZADO É PREMATURO PROTEGIDO.PARABÉNS A ESSES ARTISTAS QUE TRAZEM ESSAS CAMPNHAS DE CONSCIENTIZAÇÃO.

Vanessa Giácomo incentiva campanha “Prematuro imunizado é prematuro protegido”
Foto: Divulgação
A atriz Vanessa Giácomo, acompanhada do marido, Daniel Oliveira, e do colega de profissão Henri Castelli participaram do coquetel de lançamento da campanha Prematuro Imunizado é Prematuro Protegido, no Espaço Araguari em São Paulo, na noite desta segunda, 11. A campanha visa conscientizar médicos e a população em geral sobre a importância da adequada imunização dos bebês que nascem prematuros, já que eles são mais suscetíveis ao aparecimento de algumas doenças. A atriz, que é mãe de Raul (3 anos) e Moisés (10 meses), sempre se mostra solidária em campanhas de conscientização.
Direto da redação de TITITI, a revista que sabe tudo sobre o mundo dos famosos e da televisão
Foto: Divulgação / Rede Globo

Celebridades agem como todas as mamães ,afinal todas são ESPECIAIS.

Nasce Guy, filho de Danielle Winits e Jonatas Faro
Como haviam prometido, o casal Danielle Winits e Jonatas Faro enviou um comunicado oficial à imprensa sobre o nascimento do filho. Aliás, após o nascimento do menino, os atores decidiram que ele não se chamaria mais Lucas, como haviam anunciado, e sim Guy. “A atriz Danielle Winits deu a luz ao seu segundo filho, Guy Winitskoweski Faro, na manhã desta quinta, dia 28, na maternidade Perinatal da Barra, Rio de Janeiro. O bebê nasceu às 11h45 com 3,910 kg e 52 centímetros de cesariana. Danielle e o filho passam bem. Mamãe e papai estão muito felizes com o nascimento de Guy”, dizia o comunicado. Noah, primogênito da atriz, fruto de seu casamento com Cássio Reis, já está na unidade, visitando a mãe e o irmãozinho. Vale ressaltar que Winits e Faro se separaram em março deste ano, quatro meses após terem casado oficialmente.
Direto da redação de TITITI, a revista que sabe tudo sobre o mundo dos famosos e da televisão

Celebridades agem como todas as mamães ,afinal todas são ESPECIAIS.

Daniele Suzuki faz compras para o enxoval
por Redação   29 | 04 | 11       

A atriz Daniele Suzuki, grávida de 7 meses, estava em São Paulo para gravar um comercial e aproveitou para concluir o enxoval de seu bebê, Kauai. No tour de compras, renovou o guarda-roupa na loja Mammy Gestante, onde escolheu um sofisticado carrinho do bebê. Na visita, a atriz contou detalhes surpreendentes de seu casamento e lua de mel no Havaí, o susto de um tsunami iminente e da feliz estada em Miami na casa de sua irmã. Em ótima forma, continua cumprindo a agenda de trabalho. Plena e feliz, ela comentou que vai decorar com toques pessoais e com peças trazidas do Havaí o quartinho do filhão que ganhará temas de surf e natureza.
Fotos: Silvana Santana
Direto da redação de TITITI, a revista que sabe tudo sobre o mundo dos famosos e da televisão

Agradecimentos a www.bebe.abril.com.br


Família
Retome os exercícios após o parto
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Retome os exercícios após o parto
Voltar a fazer atividade física depois de gestar um bebê é uma tarefa mais fácil do que parece. Sem exagerar na dose, as mamães têm várias opções para conciliar os exercícios com os cuidados maternos. Inclusive, podem fazer isso brincando com o filho. Preparamos algumas dicas que vão deixá-la em forma antes mesmo de terminar a amamentação
Por Giuliano Agmont
















Entenda por que mexer o corpo nessa fase é importante 
É possível manter uma rotina de exercícios regulares antes, durante e depois da gravidez. Se praticada dentro de limites estipulados por um médico, a atividade física proporciona uma série de benefícios para a gestante e para o bebê. O principal deles é evitar doenças como hipertensão e diabetes, além de combater a obesidade e as dores no corpo. Os exercícios também dão mais disposição e força para a mulher encarar a vida de mãe – que, diga-se de passagem, não é fácil – e a ajudam a dormir melhor, o que é precioso nesse período. Após o parto, movimentar-se significa ainda tonificar e recompor músculos muito exigidos durante a gravidez e no parto, como os abdominais e os pélvicos, assim como neutralizar o estresse e a ansiedade. Se o bebê puder participar, o exercício vira uma brincadeira e estreita ainda mais o vínculo afetivo com a mãe.

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Entenda por que mexer o corpo nessa fase é importante Respeite o tempo de seu corpo Queime calorias amamentando Tonifique o abdômen já nos primeiros dias Coloque a postura no lugar Trabalhe a região pélvica Retome os movimentos com caminhadas Faça ginástica na água Faça ioga junto com seu bebê Tenha um personal para malhar Com o bebê no colo, agache e levante Fortaleça a barriga com o filho nas pernas 
Fontes: educadora física Fabiana Tassi, da academia Companhia Athletica de São Paulo (SP); fisioterapeuta Ana Paula Pessanha, do Departamento de Fisioterapia do Hospital Santa Catarina, em São Paulo (SP); médico Nelson Sass, obstetra, chefe de Clínica Obstétrica do Hospital Maternidade-Escola Vila Nova Cachoeirinha e professor adjunto do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); e Santosh Silvana Mercês do Nascimento, professora do Centro de Yoga Integral Jai Vida, em Belo Horizonte (MG).