quarta-feira, 16 de março de 2011

Olha só que dica legal..... retirado do www.bebe.abril.com.br

Cálcio para os ossos

Ele é indispensável no cardápio da gestante

cheesecake de nozes e calda de damasco Foto: Fábio Castelo / Objetos: Andréa Silva / Culinária: Silvia Marques / Agradecimentos: Art Mix e DKasa Embora o mineral seja importante em todas as fases da vida, durante a gestação é preciso redobrar os cuidados para garantir sua presença no cardápio. É que, além de fortalecer os ossos da futura mamãe, o cálcio atua na formação do esqueleto fetal.

O nutriente aparece nos brócolis e no gergelim, mas suas melhores fontes são mesmo os laticínios.

Na receita que você confere logo abaixo, há dois grandes fornecedores de cálcio: o cream cheese e o iogurte natural.

A sobremesa adaptada pela nutricionista Vanderlí Marchiori é uma opção saudável para as festas de final de ano.

Veja como é fácil preparar:

Cheesecake de nozes e calda de damasco

Rende 10 porções

Massa
6 biscoitos maisena
1 xícara de chá de cereal matinal
1 colher de sopa da margarina light
4 colheres de adoçante dietético em pó
1 ½ xícara de água

Recheio
12 colheres de sopa de cream cheese light
1 ½ copo de iogurte natural desnatado
3 claras de ovo
12 nozes
1 colher de chá de essência de baunilha
12 damascos secos

Modo de preparo

Massa
Triture as bolachas e o cereal no liquidificador. Junte a margarina e acrescente 1 colher de sopa de adoçante até formar uma farofa (se necessário, umedeça a massa com 4 colheres de sopa de água).
Aperte essa farofa bem no fundo de uma fôrma untada e enfarinhada. Leve ao forno médio, preaquecido, por 10 minutos.

Recheio
Misture o cream cheese, o iogurte, as claras, o adoçante restante, 8 nozes e a essência de baunilha. Bata na batedeira em velocidade máxima até alisar. Coloque o creme sobre a massa e leve ao forno por cerca de 30 minutos. Retire do forno e leve à geladeira por 2 horas para terminar de endurecer.

Calda
Bata no liquidificador, os damascos com 1 xícara de chá de água. Leve ao fogo, deixe ferver por alguns minutos e peneire.
Coloque a calda sobre o cheesecake e finalize decorando com nozes picadas. Sirva gelado.

domingo, 6 de março de 2011

retirado da www.bebe.abril.com.br sempre com informações serias e inteligentes.

ALIMENTAÇÃO
mãe amamentando
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Como fazer o desmame
Para algumas mulheres, o desmame pode ser tão complicado quanto o início da amamentação. A fase em que o bebê deixa de mamar no peito para tomar leite no copo ou na mamadeira e experimentar as papinhas causa mesmo dúvidas. Afinal, é o primeiro desligamento que acontece entre mãe e filho. Muitos pais têm medo de que a criança fique desnutrida ou sinta muita falta do vínculo afetivo que o aleitamento materno proporciona. Leia o dossiê que fizemos depois de conversar com especialistas no assunto e descubra como esse processo pode ser simples e saudável para ambas as partes
Por Mônica Brandão
1. Como sei que está na hora de desmamar meu filho?
Não existe um momento ideal. A recomendação do Ministério da Saúde, assim como da Organização Mundial da Saúde, da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Academia Americana de Pediatria, é de que a amamentação seja exclusiva até os 6 meses de vida e complementar até os 2 anos. Na realidade, o desmame vai depender do filho, da mãe e do seu estilo de vida. Muitas vezes, o bebê dá o sinal de que chegou a hora. Ele fica tão entretido com as novidades & comidinhas novas, a possibilidade de descobrir o mundo engatinhando e andando – que perde o interesse pelo peito. A rotina profissional da mãe e sua capacidade física ou emocional também podem impossibilitar a amamentação. O importante é que a decisão seja tomada juntamente com o pediatra para que o processo não interfira na saúde do bebê e deixe mãe e filho felizes.
 

Como fazer o desmame — BEBE.COM.BR

Como fazer o desmame — BEBE.COM.BR

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Como escolher seu obstetra Mais que um médico, ele se torna um companheiro para todas as horas durante a gestação. O obstetra não só monitora e trata a gestante como também orienta e esclarece dúvidas. Confira nossas sugestões para escolher esse profissional tão essencial nessa fase.

1. Nem todo ginecologista é obstetra
Seu ginecologista pode se tornar também seu obstetra. Mas isso não é regra. Primeiro porque nem todo ginecologista é obstetra. Segundo porque os cuidados são diferentes. Como gestante, suas exigências mudam e o que era bom pode se tornar insuficiente. Você vê o ginecologista de vez em quando, já o obstetra tem de estar bem mais presente durante a gestação. 2. Siga boas indicações
Amigas, irmãs ou primas que já tiveram filho são as melhores fontes para indicar um especialista. A principal vantagem de buscar referência de pessoas próximas é que, normalmente, todos têm uma cabeça parecida. 3. Busque o máximo de referências
Conhecer a qualificação de seu futuro médico pode ser uma garantia a mais de que estará em boas mãos. Saiba se fez residência médica e descubra se possui título de especialista fornecido pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo). Busque informações também sobre sua formação acadêmica e seu vínculo com hospitais e universidades. 4. Estou à vontade com ele?
Você precisará se convencer de que seu obstetra é o profissional certo para acompanhar sua gravidez. Por isso, a confiança e a empatia são pré-requisitos básicos na definição do médico. É fundamental que você se sinta acolhida e segura com ele – e não implique com o corte de cabelo ou o quadro na parede do consultório5. Homem ou mulher?
Tanto faz. Nem se preocupe com isso. O importante é que você se sinta bem. 6. Conheça toda a equipe
O obstetra tem um time que acompanha suas pacientes até a sala de parto. Peça para conhecer todos os integrantes para saber quem vai estar ao seu lado no dia do nascimento do bebê. Outra boa medida é definir e visitar o hospital onde será o parto. Aliás, veja previamente com o obstetra se é possível ter o filho em um centro médico de sua escolha. 7. Ele tem um substituto?
Nem sempre o obstetra pode atender a uma gestante prontamente. Nessa hora, um substituto de confiança é imprescindível. Além de conhecê-lo, é preciso avaliar se também há empatia e confiança. Afinal, existe a possibilidade de ele fazer seu parto diante de um imprevisto. 8. Atendimento 24 horas
Intercorrências fazem parte da rotina de uma gestante. Por isso, o canal entre você e seu obstetra deve estar permanentemente aberto. Confirme se ele, de fato, estará disponível para atendê-la a qualquer hora. Ele deve deixar todos os seus números de telefone. Veja também o tempo de atendimento de cada consulta. Não dá para ser uma conversinha de 20 minutos. São muitas dúvidas! 9. Converse com pacientes e secretárias
Aproveite a sala de espera para obter mais informações sobre seu obstetra. Ali você vai saber, por exemplo, as preferências do médico em relação ao parto. Se você quer ter um filho por parto normal e percebe que a maioria ali fez cesariana, pode estar no lugar errado. 10. Concordamos em tudo?
Tem gestante que quer fazer parto na água e receber todos os acompanhamentos alternativos possíveis. Outras preferem um hospital bem equipado e um parto com hora marcada e sem dor. Veja que tipo de grávida você é e certifique-se de que seu obstetra compartilhe de suas expectativas em relação ao pré-natal e ao parto. 11. Abra o jogo sempre
Se surgirem dúvidas em relação aos procedimentos do seu obstetra, converse com ele a respeito. Não deixe perguntas sem respostas. Muitas vezes, você pode ficar com uma impressão errada de algo e desistir do médico por causa de um mal-entendido. 12. Troque de médico se achar que é o caso
Agora, se realmente ocorrer uma quebra de confiança, seja lá qual for o motivo, o melhor a fazer é procurar outro profissional. Você precisa estar segura em relação ao médico que fará seu parto. 13. Devo pedir uma segunda opinião?
Ao escolher um pediatra, você terá de acreditar nele. Ficar checando se cada orientação está ou não correta significa que você não confia nele. Esse é um péssimo sinal. Conversem sobre isso. 14. Uso ou não o convênio?
Existem médicos capazes de atender bem às suas necessidades dentro e fora do plano de saúde. No caso do convênio, vale a pena apenas avaliar se a lotação do consultório não pode atrapalhar seu atendimento. Ou, então, se o volume de pacientes não leva o obstetra a fazer mais cesarianas do que partos normais para acomodar tantos procedimentos na agenda. Além disso, é preciso certificar-se de que está tudo certo em relação ao contrato. Ou seja, se o convênio vai cobrir o parto do seu filho. Fontes: enfermeira obstétrica Dóris Ammann Saad, do Gamp (Grupo de Apoio à Maternidade e Paternidade); e obstetra Eduardo da Fonseca, presidente da Comissão de Medicina Fetal da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).

Cuidando da higiene do umbigo 1 fase.

Da gestação ao parto

 
  Durante a gestação, é pelo cordão umbilical que o embrião recebe oxigênio e os nutrientes necessários para o seu desenvolvimento. Mas, quando o bebê nasce, essa ligação, outrora tão importante, perde a função. Após o parto, os médicos amarram o cordão em duas regiões diferentes com pinças, interrompendo a circulação do sangue e o corte é feito entre esses dois pedaços presos. Quando a mamãe e o bebê vão para casa, o pequeno segue com um grampo de plástico (também chamado de clamp) no umbigo.
Fontes: Heloisa Ionemoto, pediatra do Hospital Infantil Sabará, e Fabiana Veras, enfermeira do Hospital São Luiz

Cuidando da limpeza do umbigo 2 fase.

Umbigo mole e gelatinoso

 
  A figura ilustra o umbigo quando está na fase mole e gelatinosa, nos primeiros dias após o parto. Tudo o que você precisa fazer é limpar o local com cotonete e álcool 70% – à venda em farmácias – três vezes ao dia. É algo bem simples de ser feito, mas que a maior parte das mães tem receio. Vale saber: o bebê não sente dor durante a limpeza. Como fazê-la? Você deve mergulhar uma das pontas do cotonete no álcool e manter a outra ponta seca. Com a parte molhada, limpe o umbigo, contornando o local, em um único sentido – e nunca fazendo movimentos de vai e vem. Com a ponta seca, refaça novamente o caminho. Ao final, observe se o cotonete está limpo. Se houver alguma sujeira, repita a operação com um novo acessório. Faça isso quantas vezes forem necessárias até não sair sujeira. O ideal é que essa higienização aconteça pelo menos três vezes ao dia (manhã, tarde e noite).
Fontes: Heloisa Ionemoto, pediatra do Hospital Infantil Sabará, e Fabiana Veras, enfermeira do Hospital São Luiz

Cuidando da limpeza do umbigo 3 fase.

Pronto para cair

 
  À medida que o tempo passa, o umbigo vai ficando seco e escurecido e, finalmente, cai. Isso, em geral, ocorre dez dias depois do nascimento.
Fontes: Heloisa Ionemoto, pediatra do Hospital Infantil Sabará, e Fabiana Veras, enfermeira do Hospital São Luiz