por
Marilia Largura
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O BLOG DA DOULA SENEYA MIGUES,TRAZENDO ORIENTAÇOES SOBRE GESTAÇÃO,PARTO,NASCIMENTO HUMANIZADO,E MUITAS INFORMAÇOES E CURIOSIDADES COM MUITO AMOR.
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Retirado do www.partohumanizado.com.br Grande Mestra Marilia Largura.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
LEMBRANDO....DOULA....DOULA....E SEMPRE DOULA
O que significa "doula"
A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.
Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.
Vantagens
As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:
A palavra "doula" vem do grego "mulher que serve". Nos dias de hoje, aplica-se às mulheres que dão suporte físico e emocional a outras mulheres antes, durante e após o parto.
Antigamente a parturiente era acompanhada durante todo o parto por mulheres mais experientes, suas mães, as irmãs mais velhas, vizinhas, geralmente mulheres que já tinham filhos e já haviam passado por aquilo. Depois do parto, durante as primeiras semanas de vida do bebê, estavam sempre na casa da mulher parida, cuidando dos afazeres domésticos, cozinhando, ajudando a cuidar das outras crianças.
Conforme o parto foi passando para a esfera médica e nossas famílias foram ficando cada vez menores, fomos perdendo o contato com as mulheres mais experientes. Dentro de hospitais e maternidades, a assistência passou para as mãos de uma equipe especializada: o médico obstetra, a enfermeira obstétrica, a auxiliar de enfermagem, o pediatra. Cada um com sua função bastante definida no cenário do parto.
O médico está ocupado com os aspectos técnicos do parto. As enfermeiras obstetras passam de leito em leito, se ocupando hora de uma, hora de outra mulher. As auxiliares de enfermeira cuidam para que nada falte ao médico e à enfermeira obstetra. O pediatra cuida do bebê. Apesar de toda a especialização, ficou uma lacuna: quem cuida especificamente do bem estar físico e emocional daquela mãe que está dando à luz? Essa lacuna pode e deve ser preenchida pela doula ou acompanhante do parto.
O ambiente impessoal dos hospitais, a presença de grande número de pessoas desconhecidas em um momento tão íntimo da mulher, tende a fazer aumentar o medo, a dor e a ansiedade. Essas horas são de imensa importância emocional e afetiva, e a doula se encarregará de suprir essa demanda por emoção e afeto, que não cabe a nenhum outro profissional dentro do ambiente hospitalar.
O que a doula faz?
Antes do parto a ela orienta o casal sobre o que esperar do parto e pós-parto. Explica os procedimentos comuns e ajuda a mulher a se preparar, física e emocionalmente para o parto, das mais variadas formas.
Durante o parto a doula funciona como uma interface entre a equipe de atendimento e o casal. Ela explica os complicados termos médicos e os procedimentos hospitalares e atenua a eventual frieza da equipe de atendimento num dos momentos mais vulneráveis de sua vida. Ela ajuda a parturiente a encontrar posições mais confortáveis para o trabalho de parto e parto, mostra formas eficientes de respiração e propõe medidas naturais que podem aliviar as dores, como banhos, massagens, relaxamento, etc..
Após o parto ela faz visitas à nova família, oferecendo apoio para o período de pós-parto, especialmente em relação à amamentação e cuidados com o bebê.
A doula e o pai ou acompanhante
A doula não substitui o pai (ou o acompanhante escolhido pela mulher) durante o trabalho de parto, muito pelo contrário. O pai muitas vezes não sabe bem como se comportar naquele momento. Não sabe exatamente o que está acontecendo, preocupa-se com a mulher, acaba esquecendo de si próprio. Não sabe necessariamente que tipo de carinho ou massagem a mulher está precisando nessa ou naquela fase do trabalho de parto.
Eventualmente o pai sente-se embaraçado ao demonstrar suas emoções, com medo que isso atrapalhe sua companheira. A doula vai ajudá-lo a confortar a mulher, vai mostrar os melhores pontos de massagem, vai sugerir formas de prestar apoio à mulher na hora da expulsão, já que muitas posições ficam mais confortáveis se houver um suporte físico.
O que a doula não faz?
A doula não executa qualquer procedimento médico, não faz exames, não cuida da saúde do recém-nascido. Ela não substitui qualquer dos profissionais tradicionalmente envolvidos na assistência ao parto. Também não é sua função discutir procedimentos com a equipe ou questionar decisões.
Vantagens
As pesquisas têm mostrado que a atuação da doula no parto pode:
- diminuir em 50% as taxas de cesárea
- diminuir em 20% a duração do trabalho de parto
- diminuir em 60% os pedidos de anestesia
- diminuir em 40% o uso da oxitocina
- diminuir em 40% o uso de forceps.
Ana Cris Duarte
Doulas.com.br
Doulas.com.br
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
A Retirada da Fralda
Gisleine de Mello Almada Rubbo
Guias e Estilo
Gisleine de Mello Almada Rubbo
É comum depararmos com mães preocupadas com o "tirar as fraldas" de seu (sua) filho (a). As dúvidas mais freqüentes são: - Como devo proceder? Qual a idade mais adequada? Posso forçar ou não? Meu (a) filho (a) quer tirar as fraldas, o que devo fazer? Diante de tais questionamento, sentimos necessidade de esclarecer alguns pontos fundamentais que permeiam esse processo. Primeiramente não podemos nos esquecer que toda mudança na criança tem que ser realizada, respeitando sua individualidade e seu próprio rítmico. Pôr isso é preciso deixar claro que "é necessário que haja um certo nível de maturação para que o treinamento produza resultado". Para que possa controlar sua eliminação, a criança tem que aprender muitas coisas:
Tem que saber "o que" se espera dela.
Que há uma ocasião e um lugar apropriado para se eliminar.
Tem que familiarizar-se com as sensações que indicam a necessidade de eliminar.
Tem que aprender a contrair seus esfíncteres, a fim de inibir a eliminação e descontraí-la para permitir que ela se efetue.
Esse controle se efetuará melhor se também os pais estiverem preparados, não só pela disponibilidade de realização de tarefas de levar a criança ao banheiro; trocá-la, quando molhada; mas principalmente sua disponibilidade interna. Essa mudança não afeta só a criança, mas também os pais que terão que concretizar a passagem, ou seja, o crescimento daquela criança que até então era um "bebê". Muitas vezes isso é difícil! Mas todos (pais / filhos) devem estar prontos para essa passagem, pois com certeza é um fator que irá contribuir em muito, para que a criança retire ou não com facilidade a fralda. É interessante que neste ou em qualquer momento, onde as mudanças são inevitáveis e necessárias, os pais revejam o que isso está acarretando neles próprios, para que possíveis conflitos internos não interfiram neste processo. Ao longo de minha experiência clínica me deparei com diversas questões sobre este tema, as quais mencionarei abaixo:
Pôr que algumas crianças retiram mais cedo, outras mais tarde?
R: Justamente devido à maturação individual.
Quando a criança está pronta?
R: As crianças dão indícios de sua prontidão. Exemplo: acordam secas, passam uma parte do dia seca e quando verbalizam colocam que fizeram "xixi". Essa criança está apontando aos pais que está pronta para o treinamento.
Como fazer este treinamento?
R: Uma vez a criança pronta; inicia-se com o "xixi" diurno. Retira-se a fralda, oferecendo o banheiro algumas vezes e não recue.
Após o início do controle, ainda leva 5/6 meses para que se efetue.
A criança que está neste processo, logo apresenta a fralda noturna seca, então está pronta para também deixá-la.
E o controle das fezes?
R: Geralmente se faz posterior. Para a criança é um momento muito importante, pois as fezes representam seu produto, por isso muitas delas se recusam a evacuar, pensando que suas "coisas" vão embora. Muitas crianças tem facilidade e levam na brincadeira, outras necessitam de maior elaboração.
Deve-se forçar a criança que recusa a tirar a fralda?
R: Nestes casos é bom avaliar o que está acontecendo com a criança, em casa e / ou o que ela está querendo expressar com esta atitude. Muitas vezes a dificuldade está nos pais que inconscientemente não querem que seus filhos tornem-se independentes. Quando os pais estiverem conscientes disso, poderão conversar com a criança, mostrando que "crescer é bom" e que está na hora de retirar a fralda. Talvez a criança esperneie, faça birra, mas os pais devem mostrar à ela que conseguirão suportar tais comportamentos com tranquilidade e segurança.
Nota: O fundamental é ter paciência e perseverança, já que são muitos os comandos que a criança tem que aprender para o controle dos esfíncteres.
Caso encontre alguma dificuldade ou dúvida não deixe de consultar um especialista (pediatra/psicólogo).
Gisleine de Mello Almada Rubbo
Psicóloga - Campinas - SP
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Minhas gestantes tão Especiais... cuidem-se.
Home / Dieta da gestante
Fabio CasteloPrepare-se para lançar um novo olhar sobre o que até agora parecia ser um simples pacote de farinha de trigo e de milho. Afinal, ele pode garantir que o seu bebê nasça perfeito e saudável. Exagero? Que nada! No Brasil, desde 2002, é obrigatório o enriquecimento da farinha com ácido fólico, vitamina cuja ação foi comprovada na redução da incidência de doenças cardíacas, lábio leporino e leucemia e também no fechamento do tubo neural, a estrutura que dá origem ao sistema nervoso central e à medula espinhal. “Nos Estados Unidos, o acréscimo de ácido fólico aos alimentos consumidos em grande escala pela população levou à queda de 19% na taxa dos defeitos no fechamento do tubo neural, que acomete três a cada 2 mil recém-nascidos”, conta a pediatra Maria Cristina Senna Duarte, chefe da CTI Pediátrica do Hospital da Lagoa, no Rio de Janeiro.
A descoberta mais recente sobre esse nutriente, uma vitamina do complexo B também conhecida por folato, é que ele diminui um mal que acomete cerca de 10% das gestantes: o parto prematuro. ”Esse é o maior responsável pela mortalidade infantil, além das altas taxas de problemas respiratórios, baixo peso, infecções e retardo mental”, acrescenta o ginecologista e obstetra Luciano Gibran, do Hospital São Camilo, em São Paulo. Segundo um estudo da Universidade do Texas, que acompanhou 35 mil mulheres que tomaram uma suplementação da vitamina por um ano antes de engravidar, houve a queda de 70% nos partos prematuros entre a 20ª e a 28ª semana de gestação e de 50% entre a 28ª e a 32ª semana. O estudo ainda precisa ser ampliado, mas acredita-se que o ácido fólico atue na regulação de genes que agem nas causas do parto prematuro.
Para beneficiar o bebê e ainda evitar que a futura mãe tenha anemia, constipação, problemas no trato urinário e até enjoos e vômitos nos seis primeiros meses de gestação, além da suplementação, é importante ingerir pratos preparados com farinha de trigo e milho e dar prioridade aos alimentos ricos em folato. ”Entre as melhores fontes, estão as folhas verdes, como espinafre, salsinha e brócolis, além do gérmen de trigo, fígado de boi, beterraba, amendoim, suco de laranja e brócolis”, lista a nutricionista paranaense Marilize Tamanini. Ela lembra que a fervura prolongada dos alimentos destrói a vitamina.
Para ter uma ideia, “cada 100 g de farinha recebe atualmente 150 microgramas de folato, ou seja, 38% da ingestão recomendada para quem está pensando em engravidar”, diz a gerente de pesquisa e desenvolvimento Silvia Lombardi, da J. Macedo, fabricante da farinha de trigo Dona Benta. Só para lembrar: esse acréscimo não altera em nada o cheiro, o sabor e a textura da farinha.
A vitamina essencial para as grávidas
Veja por que o ácido fólico, adicionado à farinha, é um nutriente essencial para as gestantes e a saúde do bebê
A descoberta mais recente sobre esse nutriente, uma vitamina do complexo B também conhecida por folato, é que ele diminui um mal que acomete cerca de 10% das gestantes: o parto prematuro. ”Esse é o maior responsável pela mortalidade infantil, além das altas taxas de problemas respiratórios, baixo peso, infecções e retardo mental”, acrescenta o ginecologista e obstetra Luciano Gibran, do Hospital São Camilo, em São Paulo. Segundo um estudo da Universidade do Texas, que acompanhou 35 mil mulheres que tomaram uma suplementação da vitamina por um ano antes de engravidar, houve a queda de 70% nos partos prematuros entre a 20ª e a 28ª semana de gestação e de 50% entre a 28ª e a 32ª semana. O estudo ainda precisa ser ampliado, mas acredita-se que o ácido fólico atue na regulação de genes que agem nas causas do parto prematuro.
Quanto consumir
Os médicos são unânimes em afirmar que toda mulher em idade fértil deve se preocupar com o consumo do ácido fólico, já que nem sempre é possível programar a gravidez e a formação do tubo neural do bebê ocorre por volta de 28 dias após a concepção. O ideal mesmo é que a ingestão da vitamina seja aumentada pelo menos três meses antes da gestação, subindo de 0,1 para 0,4 mg por dia. Como esse nutriente é necessário para o crescimento das células, à medida que o feto cresce, ele retira o folato do sangue da mãe. “Vale lembrar que os estoques no organismo são esgotados entre duas e quatro semanas quando não se tem uma alimentação equilibrada”, alerta a pediatra Maria Cristina. Além disso, a interação do ácido fólico com a vitamina B12 é indispensável para a proliferação dos glóbulos vermelhos do sangue.Para beneficiar o bebê e ainda evitar que a futura mãe tenha anemia, constipação, problemas no trato urinário e até enjoos e vômitos nos seis primeiros meses de gestação, além da suplementação, é importante ingerir pratos preparados com farinha de trigo e milho e dar prioridade aos alimentos ricos em folato. ”Entre as melhores fontes, estão as folhas verdes, como espinafre, salsinha e brócolis, além do gérmen de trigo, fígado de boi, beterraba, amendoim, suco de laranja e brócolis”, lista a nutricionista paranaense Marilize Tamanini. Ela lembra que a fervura prolongada dos alimentos destrói a vitamina.
Para ter uma ideia, “cada 100 g de farinha recebe atualmente 150 microgramas de folato, ou seja, 38% da ingestão recomendada para quem está pensando em engravidar”, diz a gerente de pesquisa e desenvolvimento Silvia Lombardi, da J. Macedo, fabricante da farinha de trigo Dona Benta. Só para lembrar: esse acréscimo não altera em nada o cheiro, o sabor e a textura da farinha.
terça-feira, 23 de agosto de 2011
TAMBÉM FAZ BEM DURANTE A GRAVIDEZ!!

A massagem pré-natal ou durante a gravidez
Este tipo de massagens em grávidas é uma terapia corporal, dirigida às necessidades especiais do corpo da futura mãe, que lhe ajudará a sentir-se melhor, reduzindo o cansaço e o stress.
Além disso, permitirá activar a circulação sanguínea e aliviará a tensão e a dor de costas devido às mudanças que se produzem durante a gravidez e ao aumento de peso.
A gravidez é uma época em que o corpo sofre muitas mudanças. Algumas destas transformações são stressantes e incómodas para a grávida. A massagem pode ajudar a reduzir algumas destas incomodidades da gravidez.
É recomendável consultar o médico antes de começar a fazer qualquer tipo de massagem nesse período, pela delicadeza da situação pois não é recomendável para todo o tipo de gravidez.
A posição mais adequada para este tipo de massagem é a lateral, utilizando umas almofadas que são especialmente eficazes para dar comodidade. Depois das 22 semanas de gestação, dormir de barriga para cima pode provocar pressão nos vasos sanguíneos profundos pelo peso do bebé, e pode reduzir a circulação tanto da mãe como do bebé.Massagens para grávidas
A duração ideal para as massagens pré-natais seria de uma vez por semana durante o segundo trimestre e duas vezes semanais ou mais durante o terceiro trimestre. Brevemente notarão os múltiplos benefícios que possui esta massagem.
* Alivia as dores nas costas.
* Ajuda a combater e a eliminar a depressão ou ansiedade que algumas vezes acompanha a gravidez.
* Reduz as varizes e combate a formação de estrias.
* Regula os movimentos intestinais.
* Ajuda a eliminar o cansaço pois proporciona um grande aumento de energia.
* Ajuda a aliviar dores musculares e cólicas, tensão muscular, rigidez e outras dores.
* Ajuda a uma menor retenção de líquidos.
domingo, 7 de agosto de 2011
Esses e outros assuntos em www.projetomeninamae.com.br e acompanhe também no face.
Agradeço ao site www.bebe.abril.com.br
Obesidade na gravidez
O aumento excessivo de peso durante a gestação pode causar problemas à saúde da mãe e do bebê
A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelou que, desde 1974, o sobrepeso nas meninas aumentou 23,4% e entre os meninos, 23,9%. Segundo a endocrinologista Cláudia Cozer, diretora da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica, a ABESO, campanhas de orientação para esse público atrai maior atenção dos adultos preocupados com a saúde dos filhos. “Como as crianças ainda não têm autonomia para se alimentar e as grávidas se dedicam aos seus bebês ainda em formação, acreditamos que podemos ter um resultado mais satisfatório, modificando hábitos no início da vida”, conclui.
Limite na balança
A recomendação dos especialistas é que as gestantes engordem, no máximo, até 12 quilos durante a gravidez. “O ideal é ganhar um quilo mensalmente, em média, embora as mulheres altas possam exceder um pouco esse limite”, diz a ginecologista Mara Carvalho Diegoli, do Hospital das Clínicas, em São Paulo.
Ela explica que, no primeiro trimestre, muitas gestantes até emagrecem devido aos enjoos. “Do quarto ao sexto mês, o ganho de peso também é pequeno. Ele acelera mesmo no final da gravidez, quando a tendência do organismo é reter mais líquido, provocando inchaço”.
Mãe cheinha, bebê pesado
“Quando a mãe esbanja quilos extras na gravidez, a probabilidade de a criança também se tornar obesa é de 50% a 60%”, diz a endocrinologista Cláudia Cozer. Se ambos os pais forem obesos, o risco sobe para 70% a 80%.
Além dos problemas com a própria saúde, as mulheres que brigam com a balança durante a gestação podem gerar bebês mais pesados, com macrossomia fetal—condição em que o recém-nascido apresenta mais de 4 quilos-- e com possibilidades de desenvolver hipoglicemia ao nascer. “É importante que as mães se lembrem de que tudo que consomem vai para o bebê”, afirma a ginecologista e obstetra Lilian Takeda, da Maternidade Pro Matre Paulista, em São Paulo.
Riscos associados
A Organização Mundial de Saúde (OMS) considera obesas as pessoas que apresentam Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 30. Trata-se de valor obtido a partir da seguinte fórmula: peso/altura². A gestante que ultrapassar essa marca corre mais riscos, não só durante a gravidez como na hora do parto. Além de sofrer com dores mais intensas, nas costas e nas pernas, a grávida pode desenvolver diabetes gestacional, aumentando a propensão de adquirir, definitivamente, a doença após o nascimento do bebê. A ameaça de pré-eclâmpsia, aumento grave da pressão arterial nesse período, que pode acarretar sérias complicações, é outra razão para ficar atenta à silhueta. Sem falar nas taxas de colesterol, triglicérides e glicose. Quem sai perdendo, muitas vezes, é o bebê, que fica mais sujeito à malformações, aborto e ruptura antecipada da bolsa, que induz parto prematuro.
Como se não bastasse, a gordura excessiva ainda pode dificultar a cicatrização, em caso de cesárea.
Olho no prato
A gravidez altera os processos metabólicos da futura mamãe. “Se a mulher não estiver preparada emocionalmente, terá mais dificuldades para controlar o impulso de comer, por exemplo”, avisa Lilian. “Por outro lado, não raro essas transformações ajudam a modificar positivamente os hábitos alimentares, porque ela passa a pensar na saúde do bebê”, acrescenta.
Para evitar o excesso de peso na gestação, é preciso controlar a ingestão de calorias. “Essa história de comer por dois não existe. A grávida deve consumir alimentos saudáveis e nutritivos, de forma moderada. E nunca ficar em jejum ou passar fome, pois o feto pode sofrer com a escassez”, diz Lilian.
A não ser que a mulher seja diabética, o ideal é evitar os adoçantes, porque algumas pesquisas mostram que eles são capazes de provocar alterações fetais. Na dúvida, prefira o açúcar em pequenas quantidades, nos primeiros três meses de gestação. “Troque o docinho por uma fruta, mas sem exagerar, pois elas contêm frutose”, diz Lilian.
Cláudia ensina, ainda: “Fracione as refeições, procurando comer de três em três horas. Diminua o sal (que promove inchaço), abuse das verduras e legumes, ricos em fibras, vitaminas e sais minerais.” Prefira as carnes magras e os sucos naturais, ao invés dos refrigerantes (ricos em sódio). “Modere nas comidas pesadas e gordurosas, especialmente à noite. Durante a gravidez, a digestão é mais lenta e uma pizza no jantar pode causar muito desconforto para a mulher”, explica Mara Diegoli.
E além do controle calórico, é importante fazer uma atividade física. “Se você não tem o hábito de se movimentar, faça caminhadas e hidroginástica, exercícios com baixo impacto”, sugere Lilian.
Pós-parto
No momento do parto, além do peso do feto, a mulher perde cerca de um quilo de água e placenta. Os quilos restantes que engordou permanecem e é aí que os hábitos saudáveis devem entrar em cena, para auxiliar na recuperação da antiga forma. Uma das maneiras de enxugar medidas é amamentar. “O aleitamento ajuda a desinchar nos dois primeiros meses mas, se a mulher exagerar nas quantidades de comida, pode engordar novamente”, completa Mara.
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